O primeiro post do ano tardou mas chegou. Como todos sabem, eu estou com uns projetos aí, e não tenho tido tempo de atualizar o blog. Nem pude comentar o final de A Favorita (afinal de contas, quem era o pai do Shiva? Que fim levou Romildo Rosa? Como foi que inseriram a Cláudia Raia dentro do vestido de noiva? O Juca era gay ou não?), o cessar-fogo unilateral de Israel (se o pessoal de Israel estiver lendo isso, aí vai um recado de coração: vão tomar no cu tomara que vocês todos morram de câncer no ânus cambada de filhodaputa capacho dos americanos quero que exploda uma mina terrestre no meio dos olhos de vocês por casualidade também, beijos), o começo do Big Brother 9 (de nada adiantou rezar: deu véia pelancuda. E ainda por cima chata pra caralho. E véio brocha dando em cima de guriazinha. Vomitei bílis), o desmoronamento da Igreja do Kaká (não bastando a prisão em flagrante dos donos da Renascer nos EUA, foi preciso que o telhado caísse direto na cabeça do pessoal pra dar uma levantada no astral), e a novela nova (Índia em HD!!! Tri). Mas agora eu estou voltando aos poucos. Parcimônia, galera.
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Feliz 2009!
Me senti-me na obrigação de passar por aqui hoje para desejar um feliz ano novo para todos aqueles que visitam o meu blog de hora em hora diariamente, inclusive praqueles que chegaram aqui digitando 'zeca camargo homossexual' no Google e se sentiram lesados. Que 2009 seja um ano sem crise financeira, sem fome, sem pobreza, sem aquecimento global, sem CD novo da Cláudia Leitttte, sem putaria na Faixa de Gaza, sem Iótti Repórter, sem livros baseados na vida de Eloá, sem verão o ano inteiro, sem velhos decrépitos na direção, sem toalhas de mesa no pescoço, sem Buddypoke, sem aceleração de prótons, sem Ana Maria Braga de pelúcia, sem filmes do Didi, sem filmes da filha debilóide do Didi, sem turismo espacial, sem véia pelancuda no Big Brother, sem dengue hemorrágica, sem pobre que não tem nada perdendo tudo, sem uma nova temporada de Lost, sem vida inteligente na madrugada, sem novela do Aguinaldo Silva, sem pronunciamentos infelizes de pereBento XVI, sem câncer, sem AIDS, sem emos, sem punks, sem mods, sem idosos vegetativos roncando no cinema, enfim, que seja um ano razoavelmente tolerável.Ficam aqui os meus sinceros votos de muita felicidade para vocês todos, bem lá do fundo do meu coração. Aproveitem bem o Réveillon, bebam todas, façam sexo selvagem, incinerem a tabela de ingestão diária de calorias, abracem pessoas asquerosas na virada de ano e continuem visitando o meu blog no ano que está prestes a chegar. Um grande abraço apertado e suado. Até o ano que vem.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Vade retro(spectiva 2008)
Esse ano foi 95% uma merda. Só não foi 100% merda porque eu deixei de ser um filhinho de papai sem trabalho, sem ocupação e sem namorada e passei a ser um filhinho de papai sem trabalho, sem ocupação e com namorada. Sofri demais com o ócio dos primeiros dez meses, e agora sou todo 'você é luz é raio estrela e luar manhã de sol meu iaiá meu ioiô'. Uma melação de cueca de doer nos dentes. Mas ela é a única pessoa nesse mundo (além da minha mãe) que me acha a coisa mais linda da face da Terra (ou assim espero), mesmo eu tendo um cabeção desproporcional, um pneu goodyear debaixo do umbigo e o cabelo pior do que uma peruca da Marley Soares. O amor é lindo e eu não sabia.
Ta, mas alguns de vocês devem estar se perguntando: esse viado vai ficar aí vendendo a patroa ou vai fazer esse c*r*lh* de retrospectiva de 2008? Então aí vai, em tópicos pequenos e lubrificados para facilitar a penetração:
- A Favorita em HD: a segunda melhor coisa que me aconteceu em 2008 foi essa novela. Eu já violentei pessoas e já deixei de sair com a minha namorada por causa da Donatela. Vocês podem achar que eu tô brincando, mas quem me conhece sabe da gravidade e da veracidade dessa afirmação. E eu não me envergonho disso. Sério. Cala a boca!
- Tiopês: a alegria da plebe em '08 não foi o novo CD do Vítor & Leo ou o casamento da Sandy e Júnior. O miguxês ressurgiu turbinado, intelectualizado, humorizado e fez a cabeça dos indies, emos e de qualquer outra pessoa que queira esconder o fato de não saber escrever em português. Shörei oseanus.
- Fama: não, não é o programa fracassado da Globo. Eu tô falando do meu blog mesmo. Apesar de estar na ativa como profissional do sexo há uma caralhada de anos, foi só em 2008 que as pessoas começaram a me parar na rua pra pedir abraços, autógrafos nos mamilos e tal. Abraço quente pra vocês todos que me acessaram esse tempo todo.
- Yo soy rebelde: Larguei o curso de pós-graduação, larguei o Pilates, larguei as drogas... 2008 significou muito pra mim e pra minha carreira. Acho que agora vai.
- Música: ver postagem no meu outro blog, clicando aqui ó. Muita coisa boa.
Tá, cansei. Eu tinha ainda muito o que dizer sobre o fiasco das Olimpíadas, sobre Isabella a Menina Voadora, sobre o suplício de Eloá, etc, mas acho que já falei demais por hoje. Vou terminar as minhas compras de Natal, assistir o amigo secreto do Vídeo Show e chafurdar na minha meiguice ao lado da minha cara-metade. Muita paz e amor a todos, e que 2009 traga coisas ainda melhores pra mim e pra vocês. Agora vazem de cócoras.
- A Favorita em HD: a segunda melhor coisa que me aconteceu em 2008 foi essa novela. Eu já violentei pessoas e já deixei de sair com a minha namorada por causa da Donatela. Vocês podem achar que eu tô brincando, mas quem me conhece sabe da gravidade e da veracidade dessa afirmação. E eu não me envergonho disso. Sério. Cala a boca!
- Tiopês: a alegria da plebe em '08 não foi o novo CD do Vítor & Leo ou o casamento da Sandy e Júnior. O miguxês ressurgiu turbinado, intelectualizado, humorizado e fez a cabeça dos indies, emos e de qualquer outra pessoa que queira esconder o fato de não saber escrever em português. Shörei oseanus.- Fama: não, não é o programa fracassado da Globo. Eu tô falando do meu blog mesmo. Apesar de estar na ativa como profissional do sexo há uma caralhada de anos, foi só em 2008 que as pessoas começaram a me parar na rua pra pedir abraços, autógrafos nos mamilos e tal. Abraço quente pra vocês todos que me acessaram esse tempo todo.
- Yo soy rebelde: Larguei o curso de pós-graduação, larguei o Pilates, larguei as drogas... 2008 significou muito pra mim e pra minha carreira. Acho que agora vai.
- Música: ver postagem no meu outro blog, clicando aqui ó. Muita coisa boa.
Tá, cansei. Eu tinha ainda muito o que dizer sobre o fiasco das Olimpíadas, sobre Isabella a Menina Voadora, sobre o suplício de Eloá, etc, mas acho que já falei demais por hoje. Vou terminar as minhas compras de Natal, assistir o amigo secreto do Vídeo Show e chafurdar na minha meiguice ao lado da minha cara-metade. Muita paz e amor a todos, e que 2009 traga coisas ainda melhores pra mim e pra vocês. Agora vazem de cócoras.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Não faz mal, limpa com jornal
Hoje eu fui abrir a janela pra tomar um ar no rosto e, para minha surpresa, perdi a sobrancelha e os cílios em uma combustão instantânea. Depois de voltar do pronto socorro, comecei a pensar melhor sobre a vida, sobre o verão, sobre o Natal, enfim... A verdade é que tá muito quente. Eu tenho dormido pelado virado de frente pro ar-condicionado com um absorvente debaixo de cada sovaco, e de hora em hora a minha mãe tem que entrar no quarto pra borrifar Caladryl em cima de mim. Não é legal. Em outras notícias, eu passei no vestibular sem estudar nada (PUCRS, ok?) e pretendo abandonar essa vida de bebidas, drogas pesadas e jogos de azar já em março, quando eu começo a tentar entender o que deu errado na minha infância cursar psicologia. Em ainda outras notícias, o Natal está chegando, e somente Jesus em pessoa sabe como isso me deixa feliz. Só de ver o presépio psicodélico-blasfêmico da minha vó eu já sinto o olho lacrimejar com o espírito natalino. Todo ano ela pega a minha coleção de surpresas do Kinder Ovo de quando eu era pequeno e manda ver no esculacho da tradição cristã. Tem helicóptero sobrevoando os três reis magos, dinossauro lambendo o menino Jesus, Maria dirigindo trator... É disparado o presépio mais legal que uma idosa bêbada jamais montou na história da história. E, além disso, tem a ceia, com rabanada, salpicão, peru recheado com muito sarabulho e um monte de nojeira que a gente só come no dia 24 de dezembro porque Deus quis. E sempre tem brigas familiares envolvendo muito sangue, carnificina e nudez gratuita. Bom, dá pra perceber o quanto eu adoro o Natal. Mas por enquanto era isso, pessoal. Daqui a uns dias eu volto com mais conteúdo inédito pra vocês, leitores sedentos. Beijo na nádega esquerda.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Viagem à terra do Papai Noel
Amanda da Silva e Nicole de Souza Eberle acreditam em Papai Noel. Aos 9 (nove) e 8 (oito) anos de vida, as meninas ganharam a promoção do Jornal do Almoço, viajaram para a Lapônia (ou qualquer que seja o nome da biboca onde mora o bom velhinho) e sobreviveram para contar a sua trajetória alucinógeno-infantil aos coleguinhas de aula. Mas voltando ao assunto, a pergunta que não quer calar é: as crianças hoje em dia ainda acreditam em Papai Noel e, caso a resposta seja afirmativa, qual a idade limítrofe para que isso seja considerado socialmente aceitável?

Em tempos onde, aos 12 anos, a maioria das meninas já estão amamentando e os meninos estão pagando pensão alimentícia, é factível que uma pirralha desdentada seja ingênua o suficiente para acreditar que um mascote da Coca-Cola, acima do peso, vestindo casaco de pele vermelho e branco em pleno verão e conduzindo um trenó movido a renas mágicas, vai descer pela chaminé do seu casebre no dia 25 e distribuir presentes de graça só porque há dois mil e poucos anos nascia uma criança bastarda em alguma pocilga lá em Belém?
O regulamento da promoção, que se restringia a crianças de 8 a 11 anos, era particularmente cruel. Basicamente, se o pobre infeliz conseguisse a proeza de passar pelo rigoroso processo de seleção, ele não só nunca mais acreditaria no Papai Noel como teria que iniciar com urgência um tratamento psiquiátrico avançado. Seguem alguns trechos do regulamento:
As crianças autoras das 10 (dez) cartas pré-selecionadas serão comunicadas por telefone e participarão de entrevistas e testes de avaliação, desenvoltura e comunicação em data previamente comunicada pela RBS TV.Logo, ou essas crianças acreditam mesmo em Papai Noel, ou as mamães e papais se aproveitaram do retardo mental de seus filhos para faturar passagens de ida e volta para a Finlândia. Ou as duas coisas. Mas quem sou eu pra reclamar? Provavelmente se essa promoção valesse para crianças de 22 anos, eu também escreveria uma cartinha dizendo 'Por quê quero visitar o Papai Noel.' Pena que eu só me fodo em entrevistas profissionais...
Caso nenhuma criança atinja os padrões desejados nos testes e entrevistas realizados, conforme item 4.5., a Comissão Julgadora se reserva no direito de não selecionar nenhuma criança. A decisão da Comissão Julgadora é inquestionável e irrevogável, não cabendo recurso de qualquer espécie.
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Um 4 de novembro histórico (Parte 2)
Jornal do Almoço em HD pra quem? - Ontem à tarde, o ministro Hélio Costa esteve em Porto Alegre para assinar os termos de consignação dos canais digitais na cidade. Isso significa que a HDTV chegou, final e oficialmente, à capital gaúcha. Para comemorar (e para reassegurar a sua superioridade), a RBS TV - além de ter sido a primeira a liberar o sinal digital ontem mesmo - exibiu hoje uma edição especial do Jornal do Almoço, transmitida diretamente do Largo Glênio Peres em HD. Lasier Martins e cia., ainda visivelmente desinformados sobre a nova tecnologia, mostraram as belezas do nosso Estado em alta definição para o seleto grupo de telespectadores que compraram um conversor digital. O resto da população da Grande Porto Alegre ficou chupando o dedo e se perguntando: e daí?
Enquanto a emissora dos Sirotsky martelava os benefícios da revolução digital e como ela vai mudar a sua vida, a maioria dos gaúchos estava apenas estranhando o enquadramento errado e o fato de a câmera não chegar muito perto da turma da melhor idade *cof* Ana Amélia Lemos e Paulo Sant'anna *cof*. Foi um primeiro passo muito importante, e uma edição verdadeiramente histórica deste que é o telejornal mais tradicional do RS, mas a desinformação ainda supera a adesão por uma grande margem. Quando deparada com uma imagem em HD, por exemplo, a minha avó questionou: isto é a terceira dimensão? Ou seja, temos um caminho longo pela frente, sendo que o sinal analógico só será desligado definitivamente em 2016. A RBS, com o seu pioneirismo e farta verba, deu o tiro de largada para a corrida digital no Estado e está de parabéns, apesar de a NET não ter liberado o sinal da RBS TV HD a tempo de eu assistir ao Jornal do Almoço... Mas é a vida.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Coisas que estão me irritando no momento - 2008 (v.2)
Vai se usar muito nesse inverno, querida - Pra quem não sabe, a última moda em Porto Alegre é enrolar toalha de mesa xadrez com pompom no pescoço e sair na rua como se nada estivesse acontecendo. Depois da tentativa de ressuscitar as galochas de borracha com estampa infantil para raparigas adultas, o acessório que está fazendo a cabeça de vinte entre dez mulheres gaúchas (e alguns homens, deve-se acrescentar) é um pedaço de trapo do tamanho de um lençol que o/a anormal dobra de forma irritante, enrola no pescoço e jura que não está parecendo um débil mental em fuga. Vocês já devem ter visto por aí, e alguns devem até estar usando e me amaldiçoando neste momento. Mas azar é o seu. Eu passo.
Embuchou, aguenta - Ok, ok. Os deficientes físicos têm todo o meu apoio. Afinal de contas, a locomoção pra eles, na maior parte dos casos, é mais complicada e é legal disponibilizar vagas especiais pra dar uma mão na roda (trocadilho não intencional. Quer dizer, mais ou menos). Agora, vai me dizer que uma mulher que está esperando um filho merece uma vaga na portinha do shopping? Faça-me o favor. Se a mulher está tão grávida a ponto de precisar de uma vaga especial em um estacionamento, então que diabos ela vai estar fazendo em um shopping? Pelo amor de Jesus. A bolsa estourando e a mulher lá filando um McDonald's? Vamos criar vergonha na cara, gurizada. Gestante não é deficiente. Apesar de algumas mulheres no volante merecerem a vaga para excepcionais... mas isso já é um outro assunto.
Pára, Bial - Pouca gente percebeu, mas, durante as Olimpíadas, o Pedro Bial resolveu voltar discretamente à ativa como repórter sério. Depois de apresentar o Big Brother por dez anos, o cara me aparece como correspondente internacional e espera que eu leve a sério a opinião (ele faz reportagens opinativas) de uma pessoa que chorou abraçada no Alemão e que fez beicinho quando provou que sabe menos sobre mitologia grega do que um reles bróder. E agora ele deu pra fazer análises profundas sobre a corrida presidencial nos EUA, todas elas menos empolgantes do que os discursos de dia de eliminação. Ao menos a Marisa Orth* recolheu a sua insignificância a tempo de não se queimar totalmente em rede nacional. Pense nisso.
*pra quem não lembra, ou tem vergonha de dizer que lembra, a Marisa Orth começou apresentando o Big Brother ao lado de Pedro Bial, mas foi expulsa depois de fazer uma merda federal ao vivo.
Embuchou, aguenta - Ok, ok. Os deficientes físicos têm todo o meu apoio. Afinal de contas, a locomoção pra eles, na maior parte dos casos, é mais complicada e é legal disponibilizar vagas especiais pra dar uma mão na roda (trocadilho não intencional. Quer dizer, mais ou menos). Agora, vai me dizer que uma mulher que está esperando um filho merece uma vaga na portinha do shopping? Faça-me o favor. Se a mulher está tão grávida a ponto de precisar de uma vaga especial em um estacionamento, então que diabos ela vai estar fazendo em um shopping? Pelo amor de Jesus. A bolsa estourando e a mulher lá filando um McDonald's? Vamos criar vergonha na cara, gurizada. Gestante não é deficiente. Apesar de algumas mulheres no volante merecerem a vaga para excepcionais... mas isso já é um outro assunto.
Pára, Bial - Pouca gente percebeu, mas, durante as Olimpíadas, o Pedro Bial resolveu voltar discretamente à ativa como repórter sério. Depois de apresentar o Big Brother por dez anos, o cara me aparece como correspondente internacional e espera que eu leve a sério a opinião (ele faz reportagens opinativas) de uma pessoa que chorou abraçada no Alemão e que fez beicinho quando provou que sabe menos sobre mitologia grega do que um reles bróder. E agora ele deu pra fazer análises profundas sobre a corrida presidencial nos EUA, todas elas menos empolgantes do que os discursos de dia de eliminação. Ao menos a Marisa Orth* recolheu a sua insignificância a tempo de não se queimar totalmente em rede nacional. Pense nisso.
*pra quem não lembra, ou tem vergonha de dizer que lembra, a Marisa Orth começou apresentando o Big Brother ao lado de Pedro Bial, mas foi expulsa depois de fazer uma merda federal ao vivo.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Foi mal, Celina. Beijo, me liga.
Só Deus sabe o quanto eu penei com as aulas de educação física no colégio. Pro meu azar, nasci o típico filhinho da mamãe que sofre de asma e bronquite crônica e que tem dificuldades de aceitação em aglomerações sociais. Somando-se ao meu histórico de fracassado, o máximo de atividade física que o meu corpo processava era mastigar as famosas torradas de três andares da minha avó e acompanhar as aulas de aeróbica da Jane Fonda em Video Laser (sim, video laser. Procurem no Google) durante as tardes livres.
Todo começo de ano era a mesma odisséia, quando meus pais saíam em busca do atestado médico que garantiria a minha alforria fisiológica e, ao mesmo tempo, prenunciaria a usual tortura psicológica por parte dos corpos docente e discente. Contando por cima, arrisco dizer que jurei de morte pelo menos uns cinco professores, do jardim de infância até o final do ensino médio. Na minha ingênua e pacífica mente infanto-juvenil, todo professor de educação física era um ser humano fracassado e pervertido que não conseguiu ser atleta profissional nem professor de verdade e cuja vida pessoal e sexual era de fazer chorar a criancinhas indefesas, e, por isso, eles descontavam as suas frustrações pessoais nos pequenos sacos de pancada que eram os seus alunos, mas, acima de todos os outros, eu próprio.
A situação ficou crítica quando fui chamado para uma sala escura dentro do ginásio (calma, minha gente, eu não fui vítima de pedofilia, até onde eu me lembre) por um professor que, além de frustrado sexualmente e pessoalmente, poderia ser usado como enfeite de jardim com a adição de uma touca vermelha e uma túnica verde. O conteúdo dessa conversa muito séria e produtiva para o meu desenvolvimento como ser pensante me foge no momento, mas era algo envolvendo os motivos do meu ódio por ele, e o que poderia ser feito para amenizar a minha ira infantil. No final das contas, decidiu-se que, se eu lesse uma reportagem do caderno esportivo por semana, colasse em uma folha pautada e resumisse a dita cuja, tudo estaria resolvido e a minha ficha criminal seria zerada. O que veio bem a calhar, após mais de dez anos sofrendo nas mãos (conotativamente falando) dos mais diversos tipos de (atenção para as aspinhas com os dedos) profissionais da saúde.
Deixei o modo 'um pé atrás' ativado em relação a professores a partir do momento em que um quadrúpede fantasiado de gente escreveu família com 'LH' no quadro negro, diante de crianças desprotegidas, logo na primeira série. De ali em diante, minha missão nesta Terra se tornou clara: desmascarar professores, educadores e o resto da cambada de anormais que descontam sua baixa expectativa de crescimento profissional em terceiros. Acho que fiz um bom trabalho. Fui cruel demais, às vezes, mas é preciso lidar de igual para igual com algumas espécies de gente. E o lado sadomasoquista da história? Eu faria tudo de novo.
Todo começo de ano era a mesma odisséia, quando meus pais saíam em busca do atestado médico que garantiria a minha alforria fisiológica e, ao mesmo tempo, prenunciaria a usual tortura psicológica por parte dos corpos docente e discente. Contando por cima, arrisco dizer que jurei de morte pelo menos uns cinco professores, do jardim de infância até o final do ensino médio. Na minha ingênua e pacífica mente infanto-juvenil, todo professor de educação física era um ser humano fracassado e pervertido que não conseguiu ser atleta profissional nem professor de verdade e cuja vida pessoal e sexual era de fazer chorar a criancinhas indefesas, e, por isso, eles descontavam as suas frustrações pessoais nos pequenos sacos de pancada que eram os seus alunos, mas, acima de todos os outros, eu próprio.A situação ficou crítica quando fui chamado para uma sala escura dentro do ginásio (calma, minha gente, eu não fui vítima de pedofilia, até onde eu me lembre) por um professor que, além de frustrado sexualmente e pessoalmente, poderia ser usado como enfeite de jardim com a adição de uma touca vermelha e uma túnica verde. O conteúdo dessa conversa muito séria e produtiva para o meu desenvolvimento como ser pensante me foge no momento, mas era algo envolvendo os motivos do meu ódio por ele, e o que poderia ser feito para amenizar a minha ira infantil. No final das contas, decidiu-se que, se eu lesse uma reportagem do caderno esportivo por semana, colasse em uma folha pautada e resumisse a dita cuja, tudo estaria resolvido e a minha ficha criminal seria zerada. O que veio bem a calhar, após mais de dez anos sofrendo nas mãos (conotativamente falando) dos mais diversos tipos de (atenção para as aspinhas com os dedos) profissionais da saúde.
Deixei o modo 'um pé atrás' ativado em relação a professores a partir do momento em que um quadrúpede fantasiado de gente escreveu família com 'LH' no quadro negro, diante de crianças desprotegidas, logo na primeira série. De ali em diante, minha missão nesta Terra se tornou clara: desmascarar professores, educadores e o resto da cambada de anormais que descontam sua baixa expectativa de crescimento profissional em terceiros. Acho que fiz um bom trabalho. Fui cruel demais, às vezes, mas é preciso lidar de igual para igual com algumas espécies de gente. E o lado sadomasoquista da história? Eu faria tudo de novo.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Ainda sobre o fim do mundo...
Imaginem uma pessoa que há mais ou menos vinte e cinco anos era apenas uma prostituta comum. Agora coloquem um par de cones por cima dos peitos dela e um microfone na mão. Pronto, ela virou cantora. Imaginem agora que ela é um asno como ser humano, e que o show dela se baseia em efeitos especiais de última geração e uma backing vocal que canta no lugar da própria. Errou quem disse Britney Spears, até por uma questão de idade. Também errou quem disse Xuxa, já que a Rainha dos Baixinhos nunca usou sutiã em forma de cone - pelo menos em público.
O fato é que as pessoas estão desembolsando altas somas em dinheiro para assistir a uma jovem senhora sem talento se esfregando em um poste (haja Vagisil) e fingindo que toca guitarra diante de uma platéia de milhares de pessoas que sofrem de impedimento auditivo. Os shows da tia Madonna aqui no Brasil custam os dois olhos da cara, mais o terceiro e o quarto olho - em casos de fêmea legítima -, o que torna os ingressos os mais caros de todo o Sistema Solar. Entretanto, acho que em nenhum outro país os caras venderam tanto ingresso, sendo que um show extra é agendado por semana, no Rio e em São Paulo.Com a modesta receita das vendas, a Rainha do Pop pode adotar todas as crianças órfãs do continente africano e ainda garantir a educação da Lourdes Maria e do Rocco, bem como a subsistência da sua estirpe pelas próximas três gerações. E ainda sobra dinheiro para produzir mais cinco exercícios masturbatórios cinematográficos e gravar três álbuns de excrementos com sucesso garantido. Pelo menos até a Britinei herdar o trono e ocupar o posto que lhe é de direito. Já consigo até ver os meus filhos questionando, assim como eu questionei no meu tempo: "Como foi que ela conseguiu chegar tão longe, papai"?. E a resposta: "Ninguém sabe, meu filho. Ninguém sabe."
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Dois anos de Suicídio
Nem parece, mas já faz um par de anos desde que eu concebi do espírito santo e dei à luz esta aberração da natureza, a qual eu escolhi criar com carinho de pai e mãe. Pra falar a verdade, eu já tinha um blog antes desse, mas poucas ovelhas do senhor tinham acesso a ele e o precário sistema de atualização acabou causando o surgimento de ulcerações em locais onde elas não deveriam ocorrer normalmente. Foi então que eu resolvi cortar o mal pela raiz e tentar recomeçar do zero, num desenrolar de fatos fortemente excitante e emocionante que não caberia contar aqui no momento (está tudo no meu livro, que está no prelo).
Em sua atual encarnação, o Suicídio Profissional vem arrebatando leitores de norte a sul Brasil, isso sem falar no pessoal de fora (abraço forte pra galera do Quirguistão e da Eritréia), tornando-se um dos blogs mais acessados do mundo em sua categoria. A demanda foi tão grande que eu me vi na obrigação de criar um outro blog para desafogar o servidor: o Matiné Musical, que me traz muita alegria e satisfação pessoal.
Estou tão transbordante de alegria neste momento que as palavras me faltam, mas cada um de vocês, leitores, é especial para mim, e faz com que eu encontre uma brecha na minha concorrida agenda para suprí-los semana após semana com o que há de mais avançado nos estudos sobre a autofagia celular em aves de pequeno porte. Passemos juntos da fase anal para a fase genital desse projeto com a esperança de um mundo melhor para todos.
Agradecimento especial para as três pessoas que eu mais amo nessa atual vida, embora elas não saibam que eu tenho um blog. Como diria o Oswaldo Montenegro: ' se em terra de cego quem tem um olho é rei, imagine quem tem os dois'. Ou coisa parecida. O que importa é que ele tá comendo a Paloma Duarte.
Em sua atual encarnação, o Suicídio Profissional vem arrebatando leitores de norte a sul Brasil, isso sem falar no pessoal de fora (abraço forte pra galera do Quirguistão e da Eritréia), tornando-se um dos blogs mais acessados do mundo em sua categoria. A demanda foi tão grande que eu me vi na obrigação de criar um outro blog para desafogar o servidor: o Matiné Musical, que me traz muita alegria e satisfação pessoal.
Estou tão transbordante de alegria neste momento que as palavras me faltam, mas cada um de vocês, leitores, é especial para mim, e faz com que eu encontre uma brecha na minha concorrida agenda para suprí-los semana após semana com o que há de mais avançado nos estudos sobre a autofagia celular em aves de pequeno porte. Passemos juntos da fase anal para a fase genital desse projeto com a esperança de um mundo melhor para todos.
Agradecimento especial para as três pessoas que eu mais amo nessa atual vida, embora elas não saibam que eu tenho um blog. Como diria o Oswaldo Montenegro: ' se em terra de cego quem tem um olho é rei, imagine quem tem os dois'. Ou coisa parecida. O que importa é que ele tá comendo a Paloma Duarte.
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terça-feira, 15 de abril de 2008
Sinopses reais da Sessão da Tarde (1)
Um grupo de jovens evangélicos estão num acampamento, raio de luz. Uma poderosa correnteza faz o grupo se separar. Muitos não tem forças para tanto!!! Enquanto as crianças tentam sobreviver, as famílias vivem o desespero da dor!!!
Obs: SIC!!!
Obs: SIC!!!
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terça-feira, 1 de abril de 2008
Como se tornar uma pessoa sociável em cinco passos
1) Cumprimentar estranhos na rua, desde o mendigo que se finge de manco depois do meio-dia na Mariante até a equipe de limpeza da sala de cinema mais furreca da cidade. Fazer sinal de legal pro delinquente do motorista de ônibus que tá te pedindo passagem e abraçar e beijar todos os convidados de uma festa de gente chata e estranha também tá valendo. Simpatia é essencial.
2) Participar ativamente em pequenas conversações do dia-a-dia, mesmo que para isso você precise abdicar da sua política interna de bom senso. Experimente inserir em uma conversa constatações do tipo óbvio ululante, como 'que calor é esse, hein?' (muito útil em momentos de silêncio constrangedor no elevador); ou então algum tipo de comentário político genérico, como 'esse Lula é um lesado com nove dedos que só viaja' ou 'americano é tudo filho da puta', hits garantidos, principalmente na região sul.
3) Concordar, fingir interesse e completar diálogos incrivelmente entediantes. Quando aquela véia chata e reumática senta do teu lado e começa a conversar sobre a crise de hemorróidas aguda que a mãe do cunhado da namorada do filho vem sofrendo sem poder sentar por cinco meses, ou sobre o cisto sebáceo no testículo esquerdo do marido dela, que dificulta a penetração, só te resta imaginar um lugar feliz, concordar com a cabeça e, de vez em quando, completar uma frase ou outra dela, utilizando a técnica sanduíche-iche da repetição uníssona com delay, ou seja, assim que a pessoa estiver prestes a terminar uma palavra-chave que tu sabe como termina, tu vai lá e tenta completar mais rápido do que ela, agregando valor à conversa e fazendo a outra pessoa pensar que tu realmente tá interessado.
4) Tornar-se uma fonte inesgotável de mentiras brancas, muito úteis na conquista de novas amizades e novos relacionamentos amorosos. Por exemplo, quando a pessoa chega pra ti e pergunta 'tu gosta de Babado Novo?', primeiro tu respira fundo, resiste à tentação, e depois responde 'putz, adoro Babado Novo, tenho todos os CDs, tu tem que ir lá em casa ouvir' ainda tendo a opção de acrescentar 'e digo mais: Extravasa é um clássico da música popular brasileira desse início de século'. No começo pode parecer difícil, mas depois a coisa ocorre meio que automaticamente e tu já vai logo dizendo 'nossa, Casseta e Planeta é bom demais! Realmente, o Bussunda deixou um vazio no meio humorístico brasileiro e no meu coração também' ou então 'caaara, O Albergue é um filmaço! As atuações foram ótimas e aquela cena em que o cara corta o olho da japa fora foi muito convincente'. Não tem como errar.
5) Passar menos tempo na frente do computador, vendo putaria e lendo blogs chatos. Experimente começar agora.
2) Participar ativamente em pequenas conversações do dia-a-dia, mesmo que para isso você precise abdicar da sua política interna de bom senso. Experimente inserir em uma conversa constatações do tipo óbvio ululante, como 'que calor é esse, hein?' (muito útil em momentos de silêncio constrangedor no elevador); ou então algum tipo de comentário político genérico, como 'esse Lula é um lesado com nove dedos que só viaja' ou 'americano é tudo filho da puta', hits garantidos, principalmente na região sul.
3) Concordar, fingir interesse e completar diálogos incrivelmente entediantes. Quando aquela véia chata e reumática senta do teu lado e começa a conversar sobre a crise de hemorróidas aguda que a mãe do cunhado da namorada do filho vem sofrendo sem poder sentar por cinco meses, ou sobre o cisto sebáceo no testículo esquerdo do marido dela, que dificulta a penetração, só te resta imaginar um lugar feliz, concordar com a cabeça e, de vez em quando, completar uma frase ou outra dela, utilizando a técnica sanduíche-iche da repetição uníssona com delay, ou seja, assim que a pessoa estiver prestes a terminar uma palavra-chave que tu sabe como termina, tu vai lá e tenta completar mais rápido do que ela, agregando valor à conversa e fazendo a outra pessoa pensar que tu realmente tá interessado.
4) Tornar-se uma fonte inesgotável de mentiras brancas, muito úteis na conquista de novas amizades e novos relacionamentos amorosos. Por exemplo, quando a pessoa chega pra ti e pergunta 'tu gosta de Babado Novo?', primeiro tu respira fundo, resiste à tentação, e depois responde 'putz, adoro Babado Novo, tenho todos os CDs, tu tem que ir lá em casa ouvir' ainda tendo a opção de acrescentar 'e digo mais: Extravasa é um clássico da música popular brasileira desse início de século'. No começo pode parecer difícil, mas depois a coisa ocorre meio que automaticamente e tu já vai logo dizendo 'nossa, Casseta e Planeta é bom demais! Realmente, o Bussunda deixou um vazio no meio humorístico brasileiro e no meu coração também' ou então 'caaara, O Albergue é um filmaço! As atuações foram ótimas e aquela cena em que o cara corta o olho da japa fora foi muito convincente'. Não tem como errar.
5) Passar menos tempo na frente do computador, vendo putaria e lendo blogs chatos. Experimente começar agora.
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Regina Duarte
sexta-feira, 7 de março de 2008
Campanha 'Contratem novos redatores para o Terra TV'
Porque quando eu leio a chamada 'Crianças comem bolo envenenado; assista!', eu sinto mais medo do que a Regina Duarte em época de eleição.


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Regina Duarte
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Registros aleatórios feitos durante a minha viagem
- Eu vi as barbas do profeta de perto, em Istambul. E não só as barbas como também os dentes, o cabelo e o cajado que ele usou para abrir o Mar Vermelho, igualzinho no filme dos Dez Mandamentos.
- Em Portugal, quando a gente pede água eles não perguntam se tu quer com gás ou sem, e sim se tu quer fresca ou natural, o que pode ser muito confuso no início.
- Embora se pense que os franceses não são lá muito fãs de banho, foi no vôo da Turkish Airlines que eu vi a face da morte bem de perto.
- Habib quer dizer 'amor' em árabe, e não 'gênio morbidamente obeso' ou 'esfiha de gente morta', como se poderia pensar aqui no Brasil.
- As mulheres portuguesas têm o bigode mais bem-feito do que o meu.
- Após sair ileso do trânsito egípcio, desenvolvi um amor todo especial pelo trânsito brasileiro.
- Se tu souber pechinchar, os turcos vendem a mãe, as irmãs, a filha e tu ainda leva a sogra de brinde.
- Pastéis de Belém são uma experiência sexual religiosa orgástica.
- Cheguei desarranjado no aeroporto de Atenas e encontrei o banheiro fechado para limpeza, no que a faxineira falou grego comigo e eu saí correndo para o banheiro de deficientes.
- Eu vi a Asena, a melhor bailarina de dança do ventre do mundo, ser leiloada para um velho broxa depois de um jantar-show na Turquia.
- Em Portugal, quando a gente pede água eles não perguntam se tu quer com gás ou sem, e sim se tu quer fresca ou natural, o que pode ser muito confuso no início.
- Embora se pense que os franceses não são lá muito fãs de banho, foi no vôo da Turkish Airlines que eu vi a face da morte bem de perto.
- Habib quer dizer 'amor' em árabe, e não 'gênio morbidamente obeso' ou 'esfiha de gente morta', como se poderia pensar aqui no Brasil.
- As mulheres portuguesas têm o bigode mais bem-feito do que o meu.
- Após sair ileso do trânsito egípcio, desenvolvi um amor todo especial pelo trânsito brasileiro.
- Se tu souber pechinchar, os turcos vendem a mãe, as irmãs, a filha e tu ainda leva a sogra de brinde.
- Pastéis de Belém são uma experiência sexual religiosa orgástica.
- Cheguei desarranjado no aeroporto de Atenas e encontrei o banheiro fechado para limpeza, no que a faxineira falou grego comigo e eu saí correndo para o banheiro de deficientes.
- Eu vi a Asena, a melhor bailarina de dança do ventre do mundo, ser leiloada para um velho broxa depois de um jantar-show na Turquia.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Pênis ou coração?
<3
Desculpem, não tenho tido mais tempo de postar aqui por causa da minha monografia, que está enlouquecendo a mim e à minha família toda. Portanto, fica aqui a dúvida: pênis ou coração?
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segunda-feira, 30 de julho de 2007
Três coisas que perderam a razão de ser, ou nunca tiveram uma
Anúncios de "desligue seu celular ou pager" em cinemas e teatros:
"Desligue o seu celular" é necessário, porque, infelizmente, ainda tem idiota pra tudo nesse mundo pervertido. Mas pager já é demais. Pelo amor de Deus. Quem é que usa pager a esta altura do século XXI? 85% da população mundial, se questionada, nem saberia responder o que é um pager. Aliás, quem inventou esse tal de pager deveria ter sido enterrado vivo, junto com o cara que inventou o patinete elétrico e o delinqüente mental do Dinho Ouro Preto.
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Saquinhos de vômito no avião:
Alguém aqui já vomitou dentro de um avião? É o que eu pensava. Vomitar por causa de um avião é tão ou mais ridículo do que rir de um quadro do Zorra Total ou chorar ouvindo Chitãozinho e Xororó. Daqui a pouco os caras tão colocando saquinho de vômito dentro do elevador, no cinema, na escada rolante... E vomitar dentro de um saco? Cá pra nós. Alguém já tentou vomitar dentro de um saco alguma vez? Não é nada fácil, quando tem grão de arroz saindo pelo nariz e casca de milho saindo pela orelha. Nada fácil, eu digo.
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Papel higiênico de folha simples:
Sabe quando o chamado da mãe natureza foi atendido com sucesso e o pobre vivente se prepara para higienizar a região do corpo onde o sol não chega, olha pro lado e se depara com aquele ameaçador rolo de papel higiênico cuja economia de papel causará a sua ruína sanitária? Convenhamos que é sofrível. E também convenhamos que é preciso o dobro ou o triplo de camadas de papel para completar a tarefa. Então eu pergunto: pra que isso, meu Deus? Pra quê?
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