IN RAINBOWS.
SEMANA QUE VEEEEEM!
PAGA QUANTO QUISER.
DOWNLOAD, DISCBOX OU CD NO COMEÇO DO ANO QUE VEM.
MIJEI NAS CALÇAS.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Comunidades que não existem no Orkut, mas que deveriam existir, na minha humilde opinião
A arte de esticar o site da PUCRS.
Pra todos aqueles que sentem um prazer inigualável quando conseguem esticar o site da PUC, a página mais interativa e divertida de toda a web 2.0.
***
Queremos Pipoca Beija-Flor 5kg!!!!!1
Tá na cara que 500g não é o suficiente, porra!
***
Já fiquei sem água pra lavar as mãos no banheiro da FAMECOS.
"...saindo do banheiro, ensaboei as mãos e apertei o botãozinho da torneira quando, para minha surpresa, percebi que a água tinha acabado e que eu ia ter que limpar na roupa mesmo".
***
Quebrei um dente imitando Mary Poppins.
Em minha defesa, eu tinha apenas sete anos, e aquela cena onde todo mundo ri e sai voando era muito realística para a época...
***
Eu ajudo velhinhas no supermercado.
- Você pode me dizer onde ficam as fraldas geriátricas, faz favor?
- Ficam bem ali do lado do gel lubrificante e embaixo dos absorventes internos, minha senhora.
- Obrigado, meu filho. Deus lhe pague.
***
Atingi o orgasmo ouvindo Animal Collective.
- Ah, meu Deus, é agora, É AGORA!
- [toc toc] Tá tudo bem aí dentro, filho?
- Sim, mãe. Agora tá. Mas obrigado por perguntar, viu?
Pra todos aqueles que sentem um prazer inigualável quando conseguem esticar o site da PUC, a página mais interativa e divertida de toda a web 2.0.
***
Queremos Pipoca Beija-Flor 5kg!!!!!1
Tá na cara que 500g não é o suficiente, porra!
***
Já fiquei sem água pra lavar as mãos no banheiro da FAMECOS.
"...saindo do banheiro, ensaboei as mãos e apertei o botãozinho da torneira quando, para minha surpresa, percebi que a água tinha acabado e que eu ia ter que limpar na roupa mesmo".
***
Quebrei um dente imitando Mary Poppins.
Em minha defesa, eu tinha apenas sete anos, e aquela cena onde todo mundo ri e sai voando era muito realística para a época...
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Eu ajudo velhinhas no supermercado.
- Você pode me dizer onde ficam as fraldas geriátricas, faz favor?
- Ficam bem ali do lado do gel lubrificante e embaixo dos absorventes internos, minha senhora.
- Obrigado, meu filho. Deus lhe pague.
***
Atingi o orgasmo ouvindo Animal Collective.
- Ah, meu Deus, é agora, É AGORA!
- [toc toc] Tá tudo bem aí dentro, filho?
- Sim, mãe. Agora tá. Mas obrigado por perguntar, viu?
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quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Leiaute novo
Para celebrar o primeiro ano do meu blog - em sua atual encarnação - eu andei modificando algumas coisas por aqui, a começar pelo nome e visual novinhos em folha. Se você for a pessoa que produziu a arte que eu utilizei no cabeçalho do novo leiaute, favor me contatar para que eu possa primeiro parabenizá-lo e, depois, suborná-lo de forma a poder continuar usando a imagem sem maiores transtornos.
Meus agradecimentos às duas pessoas que visitam o site. Vocês sabem quem são. Também agradeço aos meus pais e à minha irmã, que são a base de tudo. Meus avós, cunhado, tios, primos e amigos, que me influenciaram a ser a pessoa que eu sou hoje. Meus empresários e meu advogado. Sem vocês eu não teria chegado tão longe nesse ramo tão competitivo e traiçoeiro. Eu batalhei muito pra chegar até aqui, e esta noite é como a realização de um sonho pra mim. Obrigado a todos.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2007
E a capital do Brasil é...
...Rio de Janeiro, seus idiotas. Pelo menos foi o que disse um correspondente do The Guardian - possivelmente uma das várias pessoas que assistiram Eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado só até a metade - ao comentar o filme Tropa de Elite. O mais absurdo é que a notícia que subverte a história do nosso país continua no site até o momento em que eu escrevo essa asneira toda. Pelo amor de Deus. Vamos acordar para a realidade. Claro que ninguém é obrigado a saber a capital da Eritréia ou das Ilhas Salomão, mas o mínimo que a gente espera de um jornalista que trabalha para um veículo sério é que ele saiba que a capital dos EUA não é Nova York, que a capital da Austrália não é Sidney e que a Brandy morreu no final do filme. Mentira, ela não morreu, não. Mas ficou meio manca.
...
Edit: Finalmente, algum infeliz se deu conta do erro e corrigiu o texto original. Ao final da reportagem, lê-se agora: This article was amended on Wednesday September 26 2007. The article above originally referred to Rio de Janiero (rather than Brasilia) as the capital of Brazil - the error was introduced during the editing process. This has been corrected.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Três fatos aleatoriamente desinteressantes
- Sábado eu fui no show do Tom Zé e foi bom demais. Comprei o livro dele (Tropicalista Lenta Luta) e um CD que eu não tinha ainda (Jogos de armar). Ele cantou até Brigitte Bardot, com direito a um momento de catarse um pouco assustador, além do Danç-Eh-Sá na íntegra (melhor ainda ao vivo) e algumas outras coisas mais antigas. O cara é uma figura. Só vendo pra entender como ele consegue ir da mitologia grega pra prostituição no nordeste do Brasil, passando por um incidente na Daslu e culminando em 'Companheiro Bush'. Quem foi, sabe.
+++
- Já no domingo eu fui no show da Juana Molina, que, como eu já havia comentado aqui há algum tempo, é uma banda-de-uma-mulher só. Ela entrou meio com cara de cu, mas acabou ganhando a simpatia do público quando explicou que não falava nada de português e perguntou se 'obrigada' era uma palavra só (?). O show foi muito bom, e muito curto também, mas por dez reais a gente não pode reclamar. Faltou cantar 'Río Seco', que eu espero que ela tenha deixado de fora de propósito pra tocar na próxima vez que vier pra cá. E ela há de vir.
+++
- Hoje eu vi o pior comercial de todos os tempos. Era de um Shampoo, Seda Chocolate não-sei-o-que-lá. Ele seguia a seguinte lógica: shampoo de chocolate -> chocolate de verdade -> brigadeiro -> mulher girando dentro de um pelotini (que, pra quem não sabe, é a forminha xumbrega de papel onde a gente coloca o negrinho pra servir em festa de criança). Sem brincadeira. Eu tirei os óculos, limpei, coloquei de volta, e a mulher realmente estava girando dentro de um pelotini diante dos meus olhos! Eu não sabia se ria ou se pedia para a minha família me internar no Pinel depois de presenciar um comercial dessa espécie. Será que eu vi direito mesmo?
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quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Correndo o risco de ter que pagar direitos autorais pro Bóris Casoy...
Hoje eu li uma notícia muito triste: A Renault, em parceria com a Nissan, está tentando fabricar um carro aqui no Brasil que custará R$6 mil. Pode parecer discurso elitista e preconceituoso, mas se a situação do trânsito brasileiro nas grandes cidades já se encontra a um dedo mindinho de atingir o estado de calamidade, imaginem se um carro que pode, praticamente, ser adquirido por quase todo mundo surge no mercado. As empresas aéreas já deram o exemplo sobre como o capitalismo selvagem levará, eventualmente ao caos - isso sem falar nos danos irreparáveis feitos ao meio ambiente pelo uso abusivo de combustíveis fósseis. Hoje em dia o Joãozinho da Vila do Cachorro Sentado pode tranqüilamente economizar o seu salário de três meses e comprar passagens de ida e volta pro Rio de Janeiro ou São Paulo. Obviamente, é direito dele, assim como é meu direito e de todos nós embarcar em um avião e seguir viagem. Mas o resultado a gente vê na TV, e não é só no Brasil, como muitos limpadores-de-bunda-de-americano podem pensar. O problema é mundial e só tende a piorar.
Com a introdução de um carro que custa, digamos assim, uma bagatela, o caos se instalará definitivamente neste país. Quem dirige sabe que o trânsito está está se tornando alarmante em progressão aritmética, inutilizando a antiquada e obsoleta expressão 'horário de pico', ou 'rush hour'. São Paulo se transformou em uma serpente soltadora de fumaça do demônio, com engarrafamentos que beiram os 200km de extensão, e Porto Alegre parece estar querendo imitar a sua prima maior no que ela tem de pior.
Mas o que mais chama atenção é que, em nenhum trecho da matéria do Terra os caras mencionam sequer alguma preocupação ambiental. Nem mesmo para gerar alguma simpatia nos consumidores, como a maioria das empresas, com a maior cara-de-pau, faz hoje em dia. Infelizmente, temos aí mais um exemplo de pensamento corporativista sufocando as questões de sustentabilidade social e ambiental das quais desesperadamente dependemos para que possamos continuar produzindo carros de seis mil reais e vendendo passagens aéreas a dez reais sobre esta Terra. Um longo e perigoso passo em direção ao abismo que nos engolirá a todos.
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isto é uma vergonha
domingo, 9 de setembro de 2007
Três parágrafos sobre propaganda
- Detesto comerciais de TV, mas nessa semana eu vi no GNT um super divertido da Nokia, onde aparece um grupo de mulheres dentro de um carro, daí o locutor fala "bla bla bla elas estão escutando a mesma música que os caras do 42. Não acredita? Então põe lá pra ver". É óbvio que neste momento eu já estava lá no Multishow pagando pra ver se essa campanha super divertida poderia de fato estar sendo veiculada em meio à mixórdia publicitária que habita entre um intervalo e outro. E era verdade. E foi muito divertido. Agora eu quero ver o comercial do 42, pra trocar pro 41 e experienciar a mesma coisa só que ao contrário. Claro que os celulares da Nokia continuam sendo mais feios do que o chupa-cabra com síndrome de Down, mas o que importa é que a música não pára, ou coisa parecida.
...
- Qual é a da falta de criatividade dos criativos publicitários em me apresentar não uma, mas várias campanhas com pessoas congelando por causa da refrescância? É Halls, é cerveja, é desodorante... Um deles, em especial, foi chocante demais: a pessoa chupava um desses drops imbecis e daí congelava, e daí o carro freava bruscamente e a cabeça do cara caía no colo da mulher, e daí eu não lembro do final, porque eu não acreditei em tamanho mal gosto e fiquei eu mesmo congelado diante da TV por alguns segundos.
...
- Propagandas de cerveja são degradantes. E eu não me refiro ao velho discurso das mulheres que se sentem prostituídas e objeto sexual e o escambau. Não. São degradantes para a minha inteligência mesmo. A que compara os homens a ratos com deficiência mental me deixa envergonhado até os dias de hoje. É, aquela dos caras que ficam tomando choque na porta da geladeira um vez, duas, três vezes, até a hora em que eu troco de canal ou jogo cocô no televisor. Terrível. E a do cara que ameaça colocar um bode na sala de estar para que a mulher inexplicavelmente permita com que ele coloque uma geladeira de Skol ao invés disso. Genial! Mas tem uma que eu acho engraçada, embora não devesse, que é justamente aquela contra o excesso de álcool, com uma trilha musical imitando a Ivete Sangalo, em que acontece uma série de desgraças enquanto a música alegre fica tocando. Eu acho graça dessa.
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domingo, 2 de setembro de 2007
Cleusaaaa!
- Olha, mãe! Meu primeiro fio de cabelo branco!
- Que bonito, filho! Agora volta já pro teu quarto e escreve mais cinco páginas da monografia.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Vem cá: e doeu?
Acabei de ler uma notícia sobre a nova campanha da Parmalat, que vai desenterrar os mamíferos que gostam de tomar...leite. Ao que parece, as mesmas crianças do famoso comercial - que agora têm idade suficiente para serem presas - tentarão vestir as velhas fantasias sem sucesso. Então uma pergunta para a outra, em certa altura do comercial, "tomou?", e a outra responde, com um sorrizinho sacana no canto da boca (imagino eu), "ôôoo". Ou seja, perversão infantil velada de primeira qualidade. Quer dizer, as criancinhas estavam tomando durante dez anos seguidos. Deu pra entender a gravidade da situação?
A campanha estréia nesta quinta-feira (30/08), para os que se interessam por comerciais de leite envolvendo pedofilia com fetiche de criancinhas fantasiadas de animais. Pior do que a propaganda da Assolan não pode ser. Ou pode? E viva o Nizan Guanaes!
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Mastercard apresenta: o meu aniversário
- Champagne e sushi à meia-noite;
- mais um cartão escrito 'aniversário' e 'aniversariante' com dois "s" e "salve o dia 22 de agosto de 2007";
- minha vó cantando bêbada no telefone;
- meu tio ligando uma semana depois do meu aniversário;
- minha priminha de dois anos tentando falar "parabéns, Dani";
- chapéu oficial de cozinheiro de Pastéis de Belém;
- muitos e muitos CDs;
- caixa de DVDs do Almodóvar;
- torta de chocolate e morango com uma vela gigante e outra de despacho;
- ser acordado por uma mensagem da Maria Luiza;
- fazer 21 anos e metade dos contatos do Orkut não acreditarem;
- deixar de jantar no Koh Pee Pee pra ir na aula de Projeto em PP;
...
Não tem preço.
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domingo, 19 de agosto de 2007
Porco-aranha + Ralph-gay - Cérebro x A Turma do Didi = Os Simpsons - O Filme
Pra quem não sabe - e eu detesto ser o provedor de más notícias - os Simpsons morreram. Foi uma morte lenta e sofrível, mas o que importa é que eles morreram. Deixaram saudades, mas morreram. Quando eu soube que a Fox tinha encomendado a reabertura do caixão da família amarela mais querida deste planeta Terra, na forma de um longa-metragem abusivamente desnecessário, confesso que senti um sopro no coração, seguido de forte náusea e diarréia líquida. Depois, parei pra pensar se realmente valia a pena reanimar cadáveres em troca de dinheiro fácil. A resposta foi não. Entretanto, sentia que era meu dever prestar esse último ato de solidariedade com meus caros cidadãos de Springfield. E fui assistir a isso que eles chamam de Os Simpsons - O Filme, ou semelhante cousa. Acompanhado de pessoas desprovidas de cérebro, devo acrescentar. E me arrependi amargamente. E chorei um pouco ajoelhado num canto. E então vim escrever sobre como eu acho que as pessoas são idiotas e condicionáveis nesse período da História. E não só porque elas riem a cada vez que uma piada envolvendo humor físico cansado - do tipo "Bridget Jones tropeçando no cadarço" - aparece na tela, ou porque fazem questão de frisar o "rá-rá-rá" para que todos na sala do cinema fiquem sabendo que elas entenderam uma piada velha e sem graça. Mas também porque...bom, na verdade era só por causa disso mesmo. Mas já é prova suficiente.
Os Simpsons morreram há mais ou menos umas sete temporadas, quando contrataram os roteiristas de A Praça é Nossa para escrever as histórias, que passaram a ser calcadas em participações especiais e tiradas de fazer o Tom Cavalcante balançar a cabeça em descrença. Então eu me pergunto: o mundo precisava deste filme? E, então, eu mesmo respondo: uma xonga!
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sábado, 18 de agosto de 2007
Profissão: publicitário
"Caro Colunista:
Estou enfrentando um enorme problema. Meu pai pegou prisão perpétua por assassinato. Minha mãe fugiu de casa quando nós éramos pequenos. Minhas duas irmãs são prostitutas em Orange County. Meu irmão trabalha com publicidade. Agora eu conheci a mulher dos meus sonhos e quero ser completamente honesto, mas como é que eu vou contar pra ela sobre o meu irmão?"
R.L.
Fonte: Punk Marketing, de Richard Laermer e Mark Simmons, p. 135.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Roberto Justus para presidente!
O que é que cereais matinais em formatos lúdicos e prostitutas que sobem de nível social têm em comum? A julgar pelo péssimo profissional de mídia que inseriu um comercial do Estrelitas da Nestlé em pleno intervalo de Paraíso Tropical, estrelinhas com gosto de mel e meia dúzia de biscates que sofrem abusos verbais e físicos andam de mãos dadas.
Agora eu pergunto: onde vai chegar a falta de bom senso dessa maldita publicidade? Deveria ser crime expor a população de um país aos desatinos de uma cambada de bacanas que lêem O Caçador de Pipas, O Código Da Vinci e ficam vomitando termos em inglês mal pronunciado como se estivessem prestando algum serviço à sociedade. Ao invés disso, esse povinho segue impune e pensa que está acima do bem e do mal, achando que é censura proibir a veiculação de campanhas de bebidas alcólicas, porque, citando algum publicitário imbecil cuja opinião eu tive o desprazer de ler na edição da semana passada da Meio & Mensagem, "a propaganda não é nada. Ela não tem todo esse poder que as pessoas pensam", e continua vomitando pérolas, como "Mulher vende qualquer produto. E se propaganda traduz a realidade [??? - perplexidade do autor diante de tamanha defecação verbal], a realidade da mesa de bar é mulher e futebol. E é justo por conta do futebol, com seus patrocínios de cervejas citados nos telejornais, que há a exibição de comerciais fora do horário estabelecido pelo Conar". Logo, o cisne transsexual que perdeu os testículos tinha cigarro verde na testa do cavalo minha avó de calcinha de bolinha Ticiane Pinheiro chimichanga machaca. Sem comentários.
Palmas para a F/Nazca, que apóia a inclusão social no país ao colocar um deficiente mental no cargo de sócio-diretor da agência.
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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Volta às aulas
É com muito pesar que anuncio o início das aulas do segundo semestre de 2007 da PUCRS.
Muito, mas muito pesar mesmo. Pra falar a verdade, eu chorei um pouco enquanto escrevia este post.
Boa sorte pros que merecem.
É agora ou nunca!
Muito, mas muito pesar mesmo. Pra falar a verdade, eu chorei um pouco enquanto escrevia este post.
Boa sorte pros que merecem.
É agora ou nunca!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Três coisas que perderam a razão de ser, ou nunca tiveram uma
Anúncios de "desligue seu celular ou pager" em cinemas e teatros:
"Desligue o seu celular" é necessário, porque, infelizmente, ainda tem idiota pra tudo nesse mundo pervertido. Mas pager já é demais. Pelo amor de Deus. Quem é que usa pager a esta altura do século XXI? 85% da população mundial, se questionada, nem saberia responder o que é um pager. Aliás, quem inventou esse tal de pager deveria ter sido enterrado vivo, junto com o cara que inventou o patinete elétrico e o delinqüente mental do Dinho Ouro Preto.
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Saquinhos de vômito no avião:
Alguém aqui já vomitou dentro de um avião? É o que eu pensava. Vomitar por causa de um avião é tão ou mais ridículo do que rir de um quadro do Zorra Total ou chorar ouvindo Chitãozinho e Xororó. Daqui a pouco os caras tão colocando saquinho de vômito dentro do elevador, no cinema, na escada rolante... E vomitar dentro de um saco? Cá pra nós. Alguém já tentou vomitar dentro de um saco alguma vez? Não é nada fácil, quando tem grão de arroz saindo pelo nariz e casca de milho saindo pela orelha. Nada fácil, eu digo.
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Papel higiênico de folha simples:
Sabe quando o chamado da mãe natureza foi atendido com sucesso e o pobre vivente se prepara para higienizar a região do corpo onde o sol não chega, olha pro lado e se depara com aquele ameaçador rolo de papel higiênico cuja economia de papel causará a sua ruína sanitária? Convenhamos que é sofrível. E também convenhamos que é preciso o dobro ou o triplo de camadas de papel para completar a tarefa. Então eu pergunto: pra que isso, meu Deus? Pra quê?
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sábado, 28 de julho de 2007
Serviço de utilidade musical
Pra quem gosta de Devendra Banhart e de Los Hermanos (ou mais especificamente Rodrigo Amarante) aí vai o link para duas novas canções do Smokey Rolls Down Thunder Canyon, novo disco do Devendra, com lançamento marcado pra setembro, e que tem participação especial do Amarante. Pra quem não conhece (um ou outro), acho que tá mais do que na hora de conhecer: http://www.myspace.com/devendrabanhart
Parece que o tracklist revelado no mês passado era só pra tirar um sarro mesmo. Entretanto, no lugar de Hubba Hubba Planet, Koala Mans Return to Pineapple temple e Rich Gals Shampoo n' Conditioner Blues agora teremos que nos contentar com Samba Vexillographica e Tonada Yanomaminista. No link, dá pra conferir esta última e mais um dueto com o Rodrigo Amarante, chamado Rosa.
Smokey Rolls Down Thunder Canyon possui 16 faixas da mais pura piração hippie-folk-rock e chega às lojas americanas no dia 23 de setembro. No Brasil só chega no dia em que a Xuxa voltar a fazer filme pornô.
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terça-feira, 17 de julho de 2007
Boletim do Pan (1)
Por enquanto, as minhas férias têm se resumido a dormir até o meio-dia, comer feito um filhote de baleia orca, sambar e cantar ouvindo "Estudando o pagode", jogar tênis e boliche no Wii e assistir às competições de ginástica artística do Pan. Não que eu esteja reclamando. Eu aprendi, por exemplo, que o flip lateral arqueado vale mais do que o mortal cortado para trás e que os americanos não são pessoas de verdade. Fiquei morrendo de pena da Jade que, quando consegue parar em pé na trave o povo já sai batendo palma enlouquecido, com o coração na mão, pensando "não vai cair de novo, sua mongolona". Makhtub. Fiquei com pena também do Jesus (que, felizmente, não é brasileiro), já que ninguém contou pra ele que o certo não é aterrissar de bunda depois de saltar sobre o cavalo, e sim de pé. Os americanos, que obviamente compraram os jurados, já ganharam mais medalhas de ouro do que nós brasileiros ganhamos medalhas de todos os tipos. Tudo culpa da Jade, que passa mais tempo caminhando em volta da trave do que sobre ela (pelo menos ela levou ouro no salto sobre o cavalo). E da Daiane, que simulou uma torsão no tornozelo porque se peidou pras gringas, que são controladas por computador. Os nadadores tentaram salvar a pátria hoje de manhã, ganhando não uma, mas duas medalhas de ouro (no 400 medley e no 4x200 livre). E ainda bateram o recorde pan-americano de revezamento. Graças, em parte, ao Thiago Pereira. E parece que o Diego Hypólito está conquistando mais uma medalha de ouro pro Brasil no momento em que escrevo. Com certeza, é um bom dia para o Brasil no Pan. Viva.
domingo, 15 de julho de 2007
Minhas férias no cinema (Parte 1 de 1)
Pai e filho (Aleksandr Sokurov, 2003):
Sabe aquele tipo de sessão em que tu entra e pensa: putz, vão cancelar essa merda por falta de público? Era destas. Após uma série angustiante de problemas com o áudio e um inusitado telefonema atendido, para minha surpresa, durante a exibição, deixei a sala somente meio satisfeito com este filme do Sokurov. A sinopse do Arteplex, e metade da população mundial, acusa um certo grau de homoerotismo na relação entre o tal pai e o tal filho, mas, sinceramente, eu acho que eles não entenderam nada do filme. O começo sugere uma putaria generalizada, mas, quem conseguiu ficar até o fim, e possui os dois hemisférios cerebrais interligados, vai entender o porquê de tão dissonante cena. Recomendo pra quem tiver bastante paciência cinematográfica e muito tempo livre.
...
Baixio das bestas (Cláudio Assis, 2007):
Uma homenagem ao cinema pornô disfarçada de reivindicação dos direitos da mulher na sociedade atual. Tipo, putaria total, entende? Não é tão ruim quanto alguns críticos possam tentar te fazer crer, nem tão bom quanto o diretor pretendia que fosse. O que eu entendi do filme? A vida no sertão nordestino é uma prostituição, em todos os sentidos e níveis de interpretação; o Caio Blat adora esfregar o tico na frente das câmeras; enquanto o avô da guria ("ela é filha do avô?") fica bolinando ela, e a plantação de cana pega fogo, o resto é tudo carnaval; homenagens sutis ao cinema, do tipo 'inserir um trecho explícito de Oh! Rebuceteio no meio do filme', ou a cena em que o Matheus Nachtergaele tira a roupa e sai gritando "pega a manteiga que hoje eu quero comer cu", me trouxeram lágrimas aos olhos; a mulher como objeto, o que fica evidente nas três cenas de estupro, onde o diretor faz questão de mostrar as mulheres violentadas fragilizadas e inertes perante o violentador. Teve gente que saiu da sala e nunca mais voltou...
...
Ratatouille (Brad Bird, 2007):
Quem gosta de Shrek que me perdoe, mas a Pixar não tem concorrentes no mundo da animação digital. Simplesmente não tem, e não adianta insistir. Com eles não tem essa de "até que os trouxas parem de achar graça na cara de tacho desse gato de botas e das piadas gastas desse burro imbecil, a gente continua lançando um Shrek por ano, combinado?". A Pixar tem estilo e, o mais importante, histórias para contar. Mas o que mais me deixa orgulhoso é que eles não precisam colocar uma piada infame em cada cena pra agradar o público: tomam o tempo que for necessário para construir seus personagens e transitar confortavelmente pelo ir e vir da história. Ratatouille é muito especial pra mim porque trata de duas de minhas coisas favoritas: comida e ratos. Colocar como protagonista um rato que cozinha, então, é covardia. Pra quem quiser aprender como se faz uma animação de qualidade, recomendo. Para os que se divertiram assistindo "Deu a louca na Chapeuzinho Vermelho", recomendo distância.
...
Paris, te amo (vários, 2006):
A idéia de juntar uma dúzia de diretores de países diferentes para falar sobre amor em Paris pode parecer tentadora, mas quando eu saí da sala do cinema ontem, só conseguia pensar duas coisas: "aquela era a Feist cantando durante os créditos?" e "esse filme foi realmente necessário?". Cada diretor ganhou uns cinco minutos para mostrar a sua versão de uma história de amor em Paris, o que significa que alguns segmentos são interessantes, outros são vergonhosos e outros ainda são terríveis. Com tantos finais felizes/infelizes juntos, parece que o filme tem doze horas de duração, e não meras duas horas. Quem quiser parecer cool durante uma conversa informal, que assista. Mas no fundo eu sei que ninguém gostou dessa aberração fílmica. Cá pra nós, Elijah Wood fazendo cara de Frodo Bolseiro (isso mesmo, aquela cara de quem tá levando por trás) enquanto é penetrado por uma vampira no meio de um filme até aquele momento normal, nem de graça. E o infeliz que escolheu deixar a história da gorda carteira pro final deveria ser demitido do cargo de editor ou de ser humano como um todo.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Que auto-regulamentação, o quê?
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segunda-feira, 2 de julho de 2007
Cantoras x Profissionais do sexo
O que acontece com essas novas-prostitutas que ficam cantando ali na MTV? Aquela que ficava dizendo que "eu sou igual a um passarinho" e "eu quero voar pra bem longe" bla bla bla: puta. A outra que deve ter sofrido tanto com o martírio tormento d'amore que resolveu virar: puta. Até mesmo a velha jével mãos-pequenas: putchanga! E a tal da Beyoncé piorada, que dança feito um orangotango com prurido anal, esqueceu onde fica o Brasil e ficou loira pra gringo ver: biscate com diploma e duplo twist carpado! Só falta agora a Sandy gravar um videoclipe pagando boquete pra Família Lima para eu desistir de vez de entender aonde essa putaria toda vai chegar. Pelo menos a Bruna Surfistinha escreve livros...
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